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Vem aí mais um sorteio da Campanha de Sindicalização do SINTRAFI Barretos!

  A Campanha de Sindicalização do Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Barretos e Região (SINTRAFI) segue a todo vapor. E na próxima segunda-feira, dia 3 de agosto, tem novo sorteio! Mais do que uma campanha, essa é uma ação concreta de reconhecimento. O SINTRAFI entende que cada sindicalizado é parte essencial da construção de um Sindicato forte, atuante e combativo. Por isso, realiza ao longo de todo o ano premiações mensais como forma de retribuir a confiança e o apoio de quem fortalece a luta coletiva ao se sindicalizar. Os ganhadores de fevereiro serão divulgados ao final do dia nas redes sociais e demais canais oficiais do Sindicato. Fique atento! “A sindicalização é o que sustenta a defesa dos direitos nas mesas de negociação, o enfrentamento ao assédio moral e às metas abusivas, a luta contra demissões e reestruturações, proteção da saúde física e mental da categoria, atuação jurídica especializada, além de formação e qualificação profissional gratui...

CEBB cobra valorização da carreira, melhorias nas funções e melhores condições de trabalho em negociação com o Banco do Brasil

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  A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu com a direção do banco nesta sexta-feira (31), em São Paulo, para mais uma rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2026. O encontro teve como foco as reivindicações relacionadas à remuneração, ao Plano de Carreira e Remuneração (PCR), ao Plano de Funções e às condições de trabalho dos funcionários da instituição. A reunião começou com o debate sobre a valorização da carreira dos trabalhadores. A representação dos funcionários defendeu o aperfeiçoamento do Plano de Carreira e Remuneração, a revisão dos critérios de progressão funcional, a valorização da carreira por mérito e a atualização dos vencimentos, de forma a ampliar o reconhecimento profissional e oferecer perspectivas concretas de crescimento. Durante a negociação, o Banco do Brasil apresentou um panorama da estrutura de cargos, funções e salários em todo o país. Em seguida, a CEBB cobrou mudanças no Plano de Funções, entre elas o...

BB negocia remuneração, plano de carreira e valorização dos funcionários nesta sexta-feira (31)

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  A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB/Contraf-CUT) volta à mesa de negociação com a direção do banco nesta sexta-feira (31), em São Paulo, para mais uma rodada da Campanha Nacional dos Bancários 2026. O encontro terá como foco as reivindicações relacionadas à remuneração, ao Plano de Carreira e Remuneração (PCR), ao Plano de Funções e às condições de trabalho. Entre os principais pontos da pauta está a valorização da carreira dos funcionários do Banco do Brasil, com propostas de aperfeiçoamento do Plano de Carreira e Remuneração, revisão dos critérios de progressão funcional, valorização da carreira de mérito e atualização dos vencimentos, de forma a garantir maior reconhecimento profissional e perspectivas de crescimento para os trabalhadores. A representação dos trabalhadores também defenderá melhorias nas funções comissionadas, com reajuste dos adicionais de função, maior transparência nas atribuições e metas de cada cargo, pagamento integral das su...

CEE/Caixa debate remuneração e carreira com o banco nesta sexta-feira (31)

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  A Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa está reunida neste momento com representantes do banco para a quarta rodada de negociações específicas da Campanha Nacional dos Bancários 2026. Estão em pauta PLR Social, Promoção por Mérito, remuneração variável, programas de desempenho, metas, ascensão profissional, seleções internas e Saúde Caixa. “Vamos cobrar avanços que garantam renda, valorização profissional e critérios justos e transparentes para todas as empregadas e empregados”, afirmou a coordenadora da CEE/Caixa, Luiza Hansen. Acompanhe o site e as redes sociais do SINTRAFI Barretos e da Contraf-CUT para se informar sobre as negociações. Fonte: Contraf-CUT

Campanha Nacional: movimento sindical cobra aumento real, diante do alto nível de lucratividade dos bancos

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  Nesta quinta-feira (30), o Comando Nacional das Bancárias e dos Bancários apresentou à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) as reivindicações específicas sobre as cláusulas econômicas, ou seja, por aumento real nos salários, Participação nos Lucros e Resultados (PLR), vales refeição e alimentação, entre outros itens relacionados à remuneração. O encontro se estendeu o dia inteiro, porque no retorno sobre as reivindicações de saúde, a Fenaban apresentou propostas que atacaram o direito da categoria, previsto na Cláusula 29, da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Cláusulas econômicas Em 2025, juntos os cinco maiores bancos lucraram R$ 124 bilhões. Considerando todo o setor, o lucro líquido registrado foi de R$ 171 bilhões. No mesmo ano, o patrimônio líquido do setor bancário atingiu o montante de R$ 1,2 trilhão, valor 25 vezes maior do que a soma do patrimônio líquido dos setores eletroeletrônica e mecânica (R$ 48 bilhões), que ocupam os primeiros lugares no ranking dos m...

Lucro do Santander despenca em meio a demissões, terceirizações e fechamento de agências

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  O Santander obteve lucro de R$ 6,802 bilhões no primeiro semestre de 2026, representando queda de 9,5% em relação ao mesmo período de 2025. Em relação ao trimestre anterior, o lucro líquido caiu 20,4%, totalizando R$ 3,788 bilhões. Em consequência da queda no resultado, o retorno gerencial sobre o patrimônio do banco (ROE) anualizado também caiu, ficando em 12,5%, com redução de 3,9 pontos percentuais em doze meses. Menos empregados e agências, e mais clientes A holding Santander encerrou junho de 2026 com 47.327 empregados, com fechamento de 6.591 postos de trabalho em doze meses, sendo 2.334 postos apenas nos primeiros seis meses do ano. A base de clientes, de acordo com os dados do Banco Central, aumentou 3,5 milhões em relação a junho de 2025, totalizando 72,3 milhões. Quanto à estrutura física do banco, em doze meses, foram fechadas 178 agências e 179 PAB’s. As receitas com prestação de serviços e renda das tarifas bancárias cresceram 4,5% em relação ao 1º semestre de 2...

Lucro de bancos no Brasil supera os ganhos do setor em 15 países latino-americanos somados

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  Cálculos da Felaban (Federação Latino-americana de Bancos) apontam que os bancos brasileiros lucraram 45,8 bilhões de dólares em 2025. No ano passado, os bancos no Brasil lucraram mais que a soma dos ganhos (US$ 43 bilhões) de instituições financeiras, associadas à Felaban, em outros 15 países latino-americanos. Os dados foram  repercutidos pela versão em espanhol do site da Bloomberg. Depois do Brasil, aparecem México (US$ 17 bilhões), Chile (US$ 5,8 bilhões), Peru (US$ 4,2 bilhões) e Colômbia (US$ 3,8 bilhões) como os mercados mais lucrativos para os bancos na América Latina. “O resultado dos bancos brasileiros em 2025, assim como a comparação com a lucratividade das instituições bancárias em outros países latino-americanos, reforça o fato de que os bancários brasileiros podem e devem ser valorizados na Campanha Nacional Unificada da categoria, na renovação da nossa Convenção Coletiva de Trabalho”, enfatiza a presidenta do Sindicato e coordenadora do Comando Nacional...

Trabalhadores voltam à mesa de negociação com os bancos nesta quinta-feira (30) para discutir cláusulas econômicas

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  O Comando Nacional dos Bancários se reuniu na quarta-feira (29), na capital paulista, para a reunião de preparação para a mesa de negociação que irão realizar, hoje (30), com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Nesta rodada da Campanha Nacional Unificada por aumento real e melhores condições de trabalho, a categoria reivindicará ajustes acima da inflação para os salários, na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), nos tíquetes alimentação e refeição, além de outras verbas remuneratórias. Apesar da alto índice de fechamento de agências e enxugamento de vagas de trabalho, o setor bancário segue como o mais lucrativos e com o maior acumulo de patrimônio líquido no país. "Em 2025, os cinco maiores bancos tiveram lucro de R$ 124 bilhões. Só no 1° trimestre desde ano, os lucros atingiram R$ 29,8 bilhões", destacou o economista e técnico do Dieese, Gustavo Cavarzan. "Em relação ao patrimônio líquido, em 2025, o setor banário registrou o montante de R$ 1,2 trilhã...

Caixa: Promoção por Mérito é conquista e precisa ser paga em janeiro

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  A Promoção por Mérito da Caixa Econômica Federal é resultado da organização das empregadas e empregados e da negociação permanente conduzida pelo movimento sindical. Por meio dos chamados deltas (referências que representam avanços na estrutura salarial), o programa complementa a remuneração e contribui para a valorização profissional do quadro de pessoal. A concessão de um delta representa um acréscimo médio de 2,31% no salário-base dos empregados elegíveis. Em 2025, a distribuição linear de um delta, conquistada pela representação dos trabalhadores, levou aproximadamente R$ 360 milhões para a remuneração do pessoal da Caixa e para a economia do país. “A Promoção por Mérito não é uma concessão da direção do banco. É uma conquista construída pela mobilização e pela negociação coletiva. Estamos falando de uma progressão que passa a compor a remuneração mensal e faz diferença concreta na vida das empregadas e empregados”, ressaltou a coordenadora da Comissão Executiva dos Empre...

Mesa única de negociação: o escudo que salvou bancários do arrocho e agora volta a ser alvo dos bancos

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  Quase uma década sem reajustes ou reajustes substituídos por abonos que não eram incorporavam aos salários, vale-refeição que, de tão baixo, era apelidado de “vale-coxinha” e uma PLR irrisória, definida de forma unilateral pela diretoria da empresa ou do governo federal de plantão. Essa era a realidade dos trabalhadores e trabalhadoras dos bancos públicos antes da conquista, em 2003, do modelo de negociação que unifica bancários de instituições públicas e privadas. "No caso da Caixa, nem PLR existia até a chegada da mesa única de negociações", relembra o presidente da Fenae, Sérgio Takemoto, que entrou na Caixa em 1982 e participou da grande greve de outubro de 1985, quando os empregados da instituição conquistaram a jornada de 6h e o direito de sindicalização à categoria bancária. "No período seguinte, década de 1990, foram muitas as dificuldades para negociar reajustes e direitos, principalmente no governo Fernando Henrique Cardoso (FHC). Teve um ano que, por mais ...