Itaú fecha agências, sobrecarrega unidades abertas e bancários vivem suplício
A política do Itaú de fechamento de agências e corte de empregos bancários vem impactando não apenas clientes, a população e o comércio local, mas também os trabalhadores que permanecem nas unidades abertas. Com a redução do quadro e a ausência de reposição, esses profissionais passam a absorver a demanda das agências encerradas, o que tem provocado sobrecarga e adoecimento. Segundo avaliação sindical, desde a implementação da segmentação na diretoria comercial, o cenário nas agências físicas se agravou significativamente. A falta de contratações e reposições tem intensificado a pressão sobre as equipes, especialmente nas unidades localizadas em regiões periféricas. A situação se torna ainda mais crítica quando há afastamentos ou ausências de funcionários, tornando o ambiente de trabalho insustentável e prejudicial à saúde dos bancários. Também é apontado que, embora a efetivação de estagiários represente uma oportunidade importante para a inserção de jovens no mercado de traba...