Santander frustra expectativa dos trabalhadores
Confira os principais pontos cobrados pela COE
Plano de saúde
A COE voltou a cobrar soluções para os problemas do plano de
saúde em algumas bases, com destaque para a Bahia e o Distrito Federal.
Coparticipação no plano de saúde
A representação dos trabalhadores reivindicou a isenção de
coparticipação no plano de saúde para dependentes com deficiência, incluindo
filhos neurodivergentes.
PPRS
A COE também cobra a valorização do Programa Próprio de
Resultados do Santander (PPRS).
Fim do redutor do NPS
Outro ponto foi a cobrança para que não haja redutor
relacionado ao NPS (Net Promoter Score), indicador utilizado pelo banco para
avaliar a satisfação dos clientes. A representação dos trabalhadores questiona
os impactos do indicador sobre a remuneração ou a avaliação dos funcionários
por fatores que não estão integralmente sob seu controle.
Uso de celular pessoal
A COE reivindicou que o Santander forneça aparelhos
telefônicos aos funcionários que realizam atividades externas, conforme
previsto no artigo 3º da CLT. O banco, porém, limitou-se a informar que não há
imposição dos seus próprios aparelhos para execução do trabalho externo. O que
a COE contestou.
Homologação nos sindicatos
A representação dos trabalhadores voltou a cobrar o retorno
da homologação, nos sindicatos, das rescisões de funcionários demitidos.
Negociação continua
As negociações para a renovação do ACT do Santander terão continuidade na próxima semana.
“A reunião teve poucos avanços diante da
quantidade e da importância das reivindicações que estão sobre a mesa. Seguimos
cobrando respostas concretas para questões que afetam diretamente os
trabalhadores e que sabemos que o banco tem total condições de atender”,
afirmou Ana Marta Lima, coordenadora da COE Santander.
Fonte: Contraf-CUT
